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    Pesquisa nas Definições por:

    FICO-LHAS

    abananado | adj.

    Que tem forma semelhante à da banana....


    abiótico | adj.

    Diz-se da zona ou dos lugares onde a vida animal ou vegetal não é possível, ou fica, pelo menos, atrofiada....


    adiado | adj.

    Que se adiou; demorado, retardado....


    afastado | adj.

    Que se afastou (ex.: pernas afastadas)....


    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    anátropo | adj.

    Diz-se do óvulo vegetal que se encurva, de forma a que o micrópilo fica ao lado do hilo....


    ancado | adj.

    Doença dos cavalos que consiste numa forte contração dos tendões....


    amoucado | adj.

    Que é um tanto mouco....


    aquém | adv.

    Para cá, do lado de cá....


    biviário | adj.

    Que fica no ponto onde se juntam dois caminhos....


    | adv.

    Aqui; neste lugar; nesta terra; para aqui....


    cispadano | adj.

    Que fica aquém do rio Pó....


    diante | adv. | prep.

    Defronte; em frente; à vista; em primeiro lugar; na sua presença....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?