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    ELOGIARES-MAS

    Em grau muito elevado (ex.: o treinador elogiou sobremaneira a sua equipa)....


    Expressão usada para elogiar a pertinência das palavras e o poder de síntese....


    elogiativo | adj.

    Que contém elogio ou que é do caráter do elogio....


    escova | n. f.

    Utensílio guarnecido de pelos para limpar roupas, tecidos, unhas, dentes, etc....


    gabatório | n. m.

    Elogio público ou feito pelo público....


    Tendência para elogiar de modo servil ou exagerado; qualidade, dito ou ação de puxa-saco....


    confete | n. m.

    Cada um dos pequenos papéis, geralmente circulares, que se lançam em festejos, em especial no Carnaval. (Mais usado no plural.)...


    Doutrina que defende a república como sistema político....


    coterie | n. f.

    Grupo de indivíduos que num interesse pessoal não cessam de elogiar alguém ou alguma coisa....


    elogiasta | n. m.

    Elogiador; lisonjeiro; bajulador....


    elogio | n. m.

    Conjunto de palavras em favor de alguém ou de algo....


    elogista | n. 2 g.

    Pessoa que faz ou escreve elogios literários....


    laudes | n. f. pl.

    Parte do ofício divino que se segue às matinas....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?