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    Pesquisa nas Definições por:

    ELEGERAS

    comum | adj. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Do uso ou domínio de todos os de um lugar ou de uma coletividade....


    Conjunto dos indivíduos eleitos para gerirem os negócios municipais, de interesse coletivo....


    tiara | n. f.

    Mitra de tríplice coroa que o papa usa em certas cerimónias....


    Opinião que não reconhece outra autoridade senão o consenso universal....


    primária | n. f.

    Primeiro ciclo do ensino básico....


    elegia | n. f.

    Poema sobre assunto triste ou lutuoso....


    elegíaco | adj. | n. m.

    Relativo a elegia....


    governo | n. m.

    Ato ou efeito de governar....


    questor | n. m.

    Magistrado da antiga Roma que tinha a seu cargo as finanças....


    Sistema político em que o presidente, eleito por sufrágio direto, é o chefe de estado e tem alguns poderes e prerrogativas, mas não é o chefe do governo, que normalmente é o primeiro-ministro, eleito pelo parlamento....


    legislativas | n. f. pl.

    Processo eleitoral para a constituição do órgão legislativo de um país (ex.: em Portugal, as legislativas elegem os deputados à Assembleia da República)....


    deputado | n. m.

    Aquele que é comissionado para curar de negócios de outrem....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?