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    Disputa-ta

    porfiado | adj.

    Disputado; renhido; teimoso....


    erístico | adj.

    Relativo a erística, à argumentação ou ao debate....


    renhido | adj.

    Que é disputado ou travado com muita intensidade ou ferocidade (ex.: debate renhido; disputa renhida; eleições renhidas)....


    compita | n. f.

    Usado na locução adverbial à compita....


    conflito | n. m.

    Altercação, desordem....


    debate | n. m.

    Discussão em que os discutidores procuram trazer os assistentes à sua opinião....


    irenismo | n. m.

    Atitude de compreensão, conciliação, pacificação relativamente a disputas entre cristãos de confissões diferentes....


    anábata | n. m.

    Cavaleiro que, nos Jogos Olímpicos, disputava o prémio com dois cavalos....


    brega | n. f.

    Disputa acompanhada de confronto físico....


    briga | n. f.

    Disputa acompanhada de confronto físico de parte a parte (ex.: briga de rua)....


    rebatinha | n. f.

    Coisa muito disputada ou debatida....


    rinha | n. f.

    Briga de galos....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?