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    detonamos

    tum | interj.

    Imita a detonação de um tiro....


    cápsula | n. f.

    Pequeno recipiente....


    eletrobomba | n. f.

    Bomba que é detonada por meio de um motor elétrico....


    estouro | n. m.

    Ruído do que rebenta; detonação; estampido; fragor; explosão....


    antidetonante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Diz-se da ou substância que se junta à gasolina, a fim de que esta não detone quando submetida a alta pressão nos motores de explosão....


    detonador | n. m.

    Artifício que determina a detonação da carga de uma peça de artilharia....


    minar | v. tr. | v. intr.

    Abrir mina em....


    detonar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Causar ou sofrer subitamente explosão....


    fleumatizante | adj. 2 g. n. m.

    Que ou substância que se adiciona a um explosivo para o tornar mais estável ou menos sensível à detonação acidental (ex.: agente fleumatizante; os fleumatizantes típicos incluem a cera, o papel, a água e a parafina, entre outros)....


    desminar | v. tr.

    Retirar minas ou engenhos explosivos que se podem detonar por contacto, geralmente de pessoas ou veículos (ex.: desminar um campo)....


    minagem | n. f.

    Ato ou efeito de minar....


    Engenho explosivo com um dispositivo que determina antecipadamente o momento da detonação....


    fulminar | v. tr. | v. intr.

    Lançar raios contra ou sobre....


    fogo | n. m. | interj. | n. m. pl.

    Resultado ou manifestação da combustão....


    bomba | n. f.

    Engenho que contém um explosivo que pode ser detonado (ex.: ameaça de bomba; bomba atómica; bomba de efeito retardado; bomba de hidrogénio; bomba de relógio; bomba incendiária; bomba nuclear)....


    mina | n. f.

    Veio ou depósito natural de minérios....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a forma certa de escrever a palavra abaixo dentro da norma culta da língua portuguesa? Hidrossanitária ou hidro-sanitária?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?