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    depravamos-te

    lasso | adj.

    Não apertado ou com folga....


    hediondo | adj.

    Que causa repulsa ou é considerado muito feio (ex.: criatura hedionda; rosto hediondo)....


    deformidade | n. f.

    Irregularidade desagradável de forma ou conformação....


    pústula | n. f.

    Pequeno tumor inflamatório....


    perversão | n. f.

    Ato ou efeito de perverter....


    vício | n. m.

    Defeito ou imperfeição....


    bandalheira | n. f.

    Ato, dito ou modo próprio de bandalho....


    bandalhice | n. f.

    Ato, dito ou modo próprio de bandalho....


    depravação | n. f.

    Corrupção; perversão; degeneração mórbida....


    vasa | n. f.

    Fundo lodoso de rio, lago ou mar....


    desregrado | adj. n. m.

    Que ou o que não tem regras; que ou o que se desregrou....


    depravado | adj. n. m.

    Corrupto, estragado....


    depravador | adj. n. m.

    Que ou aquele que deprava....


    tara | n. f.

    Peso de recipiente ou continente vazio, sem o produto que pode conter (ex.: para obter o peso real da mercadoria, é preciso deduzir a tara do peso bruto)....



    Dúvidas linguísticas


    O que significa a expressão "álea econômica"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?