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    Pesquisa nas Definições por:

    CONVERSO-AS

    extenuante | adj. 2 g.

    Que causa cansaço, extenuação (ex.: conversa extenuante; jogo extenuante)....


    De modo imediato; sem demora (ex.: divulguem imediatamente a notícia quando ela sair)....


    paulificante | adj. 2 g.

    Que paulifica, que aborrece (ex.: conversa paulificante)....


    Que tem conversa agradável; com quem é fácil conversar e conviver....


    aporrinhante | adj. 2 g.

    Que aborrece ou incomoda; que aporrinha (ex.: filme aporrinhante; conversa aporrinhante)....


    charla | n. f.

    Conversa à toa....


    dicção | n. f.

    Maneira de dizer ou de pronunciar....


    diálogo | n. m.

    Conversação entre duas pessoas....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....


    falinha | n. f.

    Voz fraca ou fala com pouca intensidade....


    laracha | n. f. | n. m.

    Gracejo; chalaça; cavaqueira, conversa....


    mateologia | n. f.

    Estudo baseado naquilo que a inteligência humana não pode alcançar, e que por isso se considera inútil....


    palanfrório | n. m.

    Conversa para enganar ou convencer....


    palhada | n. f.

    Mistura de palha com farelo para sustento das cavalgaduras e outros animais....


    palavrório | n. m.

    Conversa para enganar ou convencer....




    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?