Pesquisa nas Definições por:

    contrariadas

    Que não foi levado a cabo por encontrar resistência....


    improcedente | adj. 2 g.

    Que não concorre para o fim desejado, antes o contraria....


    invito | adj.

    Que procede contra a própria vontade....


    colidente | adj. 2 g.

    Que colide ou colidiu (ex.: veículos colidentes)....


    Máxima de medicina clássica em oposição à da homeopatia: Similia similibus curantur, os semelhantes curam-se com os semelhantes....


    Que contraria a pedagogia ou os seus princípios....


    data venia | loc.

    Expressão usada para discordar de ou contrariar respeitosamente a ideia ou opinião de outrem; com o devido respeito....


    perfídia | n. f.

    Qualidade do que é pérfido....


    Anúncio que contraria ou anula outro anterior....


    cólera | n. f.

    Violenta irritação contra o que nos contraria....


    reacionarista | n. 2 g.

    Designação que os revolucionários ou adeptos de esquerda adotam para classificar os que contrariam as suas manobras....


    conquista | n. f.

    Ato ou efeito de conquistar....


    Narrativa que se diferencia de ou que contraria outra, geralmente mais conhecida ou mais divulgada....



    Dúvidas linguísticas


    Como se fala: segue em anexo, segue o anexo ou segue anexo?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?