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    Pesquisa nas Definições por:

    COMENTES-NOS

    comento | n. m.

    Comentário (ex.: as anotações e os comentos na margem do manuscrito são de um frade do século XVII)....


    tema | n. m.

    Assunto, matéria....


    bilhardice | n. f.

    Ato ou efeito de bilhardar....


    Passagem para a posição do tópico ou da parte do enunciado sobre a qual o resto do enunciado fornece informação ou que o resto do enunciado comenta ou questiona....


    berra | n. f.

    Cio de animais, especialmente de veados....


    legenda | n. f.

    Informação escrita que comenta ou ajuda a compreender, identificar ou interpretar uma imagem, um mapa, etc....


    baila | n. f.

    Teia de torneio....


    tudólogo | n. m.

    Pessoa que comenta ou dá opiniões sobre qualquer assunto como se fosse um perito ou especialista de cada um desses assuntos....


    falado | adj. n. m.

    Comentado; afamado; ajustado; prevenido....


    tópico | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo a lugar....


    margem | n. f.

    Linha ou zona que limita um espaço....


    bisbilhotar | v. intr.

    Procurar ou comentar factos privados da vida de outros....


    comentar | v. tr.

    Explicar, interpretando ou anotando....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?