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    chibarmos-tas

    chiba | n. f.

    Cabra nova....


    chibança | n. f.

    Sentimento de grande valorização que alguém tem em relação a si próprio; atitude ou dito de fanfarrão....


    chibarro | n. m.

    Pequeno bode castrado....


    chibato | n. m.

    Cabrito que tem de 6 a 12 meses....


    chibo | n. m.

    Bode novo....


    cresto | n. m.

    Chibo castrado aos oito dias de idade....


    chibaria | n. f.

    Revelação ou acusação de algo ou de alguém, geralmente crime, delito, falha ou comportamento....


    capado | n. m.

    Bode ou chibo castrado....


    xiba | n. m. | n. m. ou f.

    Tipo de batuque....


    chibadela | n. f.

    Ato ou efeito de chibar....


    chibante | adj. 2 g. n. m.

    Que ou o que tem ares de valentão....


    achibantar | v. tr. e pron.

    Tornar ou mostrar-se chibante, fanfarrão....


    chibantear | v. tr., intr. e pron.

    Tornar ou mostrar-se chibante, fanfarrão; ostentar valentias....


    chibar | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e pron.

    Tornar(-se) chibante, fanfarrão....


    chibata | n. f. | adj. 2 g. 2 núm.

    Vara delgada e flexível....


    bufo | n. m.

    Designação comum a várias aves de rapina noturnas da família dos estrigídeos, geralmente do género Bubo....



    Dúvidas linguísticas


    Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
    (1) Trar-se-ão a Portugal.
    ou
    (2) Trazer-se-ão a Portugal.
    Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.