Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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chibariachibaria | s. f.
1ª pess. sing. cond. de chibarchibar
3ª pess. sing. cond. de chibarchibar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

chi·ba·ri·a chi·ba·ri·a
(chibar + -ia)
substantivo feminino

1. [Portugal, Informal]   [Portugal, Informal]  Revelação ou acusação de algo ou de alguém, geralmente crime, delito, falha ou comportamento. = DELAÇÃO, DENÚNCIA

2. [Portugal, Informal]   [Portugal, Informal]  Conjunto de delatores, de chibos.


chi·bar chi·bar - ConjugarConjugar
(chibo + -ar)
verbo transitivo, intransitivo e pronominal

1. Tornar(-se) chibante, fanfarrão. = ACHIBANTAR, CHIBANTEAR

verbo transitivo e pronominal

2. [Portugal, Informal]   [Portugal, Informal]  Revelar ou acusar algo ou alguém de alguma coisa, geralmente crime, delito, falha ou comportamento (ex.: o militar que chibou o colega também foi suspenso; o gerente chibou-se aos jornalistas). = DELATAR, DENUNCIAR

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Dúvidas linguísticas


Cronopata é erro? Pela sua etimologia, creio que estaria correctamente no dicionário... Mas não consta... Neologismo? Porque ainda não adoptado oficialmente?
As palavras cronopatia e cronopata, apesar de não se encontrarem registadas em nenhum dos dicionários de língua portuguesa por nós consultados, estão correctamente formadas (com os elementos de formação crono-, derivado do grego khrónos, que significa “tempo”, e -patia e -pata, derivados do grego páthe, que significa “doença” ou “dor”). Na medicina, a cronopatia pode designar o conjunto de patologias que estão relacionadas com desvios, atrasos ou avanços no crescimento; pode também referir-se à incapacidade para gerir o tempo ou para cumprir horários. Cronopata será a pessoa que sofre de alguma destas patologias.



Se, de fato, o novo acordo ortográfico dos países de língua portuguesa começar a vigorar, no qual será extinto o trema (¨), como saberemos a pronúncia correta do "QUE" em certa palavras como seqüestro, onde o "U" é pronunciado, e querida, onde não é.
A ortografia é um conjunto de regras convencionadas, e, como tal, é artificial e às vezes “pouco amiga do utilizador”. O mais das vezes, é o utilizador da língua que mais lê e mais consulta obras de referência, como dicionários, prontuários e afins, que melhor conhece essas regras e que melhor escreve. No caso do trema, a sua utilização parece resolver alguns problemas, mas pode criar outros, sobretudo na aprendizagem da pronúncia a partir da escrita.

Sendo o trema um sinal ortográfico convencionado para assinalar que uma vogal não forma ditongo com outra vogal que está imediatamente antes ou depois, no português do Brasil, este sinal usa-se apenas sobre o -u- nos grupos de letras güe, güi, qüe ou qüi, para indicar que o -u- é também lido (se o -u- for tónico, em vez de um trema usa-se um acento agudo, ex.: averigúe). Mas esta regra cria também casos em que há várias grafias possíveis (como nas grafias de sangüinário/sanguinário), quando há pronúncias alternativas possíveis, o que pode criar dúvidas nos falantes.

A abolição do trema com a entrada em vigor do novo acordo ortográfico será uma questão de habituação, como para muitas outras convenções ortográficas (por exemplo, em 1945 em Portugal e em 1971 no Brasil, a abolição de distinção ortográfica com acento circunflexo diferencial em palavras como acerto [verbo] / acêrto [substantivo]), pois os utilizadores da língua ou já conhecem as palavras ou consultam obras de referência (recorde-se que o trema no português de Portugal foi instituído em 1920 e suprimido em 1945, excepto em nomes estrangeiros e seus derivados, e que isso não constringe os falantes).

Esta reflexão é particularmente pertinente se tivermos em conta que no português do Brasil, em 1971, o trema já havia sido abolido nos hiatos átonos, onde tinha a mesma função de assinalar que uma vogal não forma ditongo com a anterior. Por exemplo, em agauchar, arcaizante, juizinho, paraibano, proibição, reunião, sauval, viuvez, entre muitas outras palavras, estamos perante hiatos (isto é, grupos de duas vogais que não formam ditongo, logo pertencem a sílabas diferentes), grafados sem trema, para cuja correcta pronúncia (do ponto de vista etimológico, pelo menos) será necessário conhecer a palavra ou a sua etimologia (ex.: agauchar < gcho), consultar um dicionário que tenha essa informação (por exemplo, o Dicionário Houaiss ou o Dicionário Aurélio têm pequenas indicações de ortoépia) ou perguntar a quem sabe (que é o que fazem geralmente as crianças ou os estudantes de português).

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Palavra do dia

in·ven·ti·vo in·ven·ti·vo
(inventar + -ivo)
adjectivo
adjetivo

1. Que tem o dom da invenção.

2. Que mostra criatividade ou imaginação. = ENGENHOSO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/chibaria [consultado em 07-04-2020]