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    ASSEDAM-LHOS

    estrigado | adj.

    Fino, assedado; ralo, pouco denso....


    adeito | n. m.

    Porção de linho, antes de assedado, e atado de forma que dá ideia de uma boneca....


    linheira | n. f.

    Mulher que prepara ou asseda o linho....


    linheiro | n. m. | adj.

    Aquele que asseda o linho....


    assedador | adj. n. m.

    Que ou o que asseda o linho....


    rastelar | v. tr.

    Tirar ao linho a estopa com o rastelo....


    sedar | v. tr.

    Moderar; acalmar; assedar....


    assedar | v. tr. e intr.

    Tornar macio e lustroso como a seda....


    ensedar | v. tr.

    Dar aparência de seda....


    estopa | n. f.

    Parte grossa do linho que fica no sedeiro quando o assedam....


    sedeiro | n. m.

    Utensílio, geralmente de madeira, com filas de dentes longos e finos de ferro ou aço, para assedar o linho....


    estrigar | v. tr.

    Dividir e atar em estrigas (o linho)....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.