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    Pesquisa nas Definições por:

    ALIMENTASTE-NOS

    amilhado | adj.

    Designativo do animal alimentado com milho....


    artófago | adj.

    Que se alimenta quase exclusivamente de pão....


    bacívoro | adj.

    Que se alimenta com bagas....


    Que tem a barriga deprimida (por fome, magreza, etc.)....


    entalicado | adj.

    Diz-se do alimento mal cozido, encruado e da carne que teve uma fervura antes de ser assada, para a tornar mais tenra....


    epífito | adj.

    Diz-se das plantas que crescem sobre outras, sem, porém, se alimentarem da substância destas....


    esgalgado | adj.

    Que tem feitio esguio de galgo....


    esculento | adj.

    Que é bom para se comer....


    florífago | adj.

    Que se alimenta do suco das flores; antófago....


    fitófago | adj.

    Que se alimenta de vegetais....


    Que se alimenta exclusiva ou principalmente de leite....


    homófago | adj.

    Que se alimenta de carne crua....


    inanido | adj.

    Em estado de fraqueza extrema, geralmente por falta de alimentação....


    lactívoro | adj.

    Que se alimenta exclusivamente de leite....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?