Significado de trincharem-se-me

    A forma trincharem-se-mepode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de trinchartrinchar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de trinchartrinchar].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    trinchartrinchar
    ( trin·char

    trin·char

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Cortar em pedaços ou em fatias (as carnes que se servem à mesa).

    verbo intransitivo

    2. Recortar bainhas no fato, para que assente bem.

    etimologiaOrigem:francês trancher.

    Secção de palavras relacionadas

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "trincharem-se-me" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    trincha | n. f.

    Ferro cortante como a enxó, próprio para limpar buracos no meio das peças dos carros....


    trincho | n. m.

    Travessa ou prato grande sobre que se trincha....


    prato | n. m. | adj.

    Peça, geralmente de louça, em que se come ou em que se serve a comida (ex.: prato de sopa; prato de sobremesa)....


    trinchar | v. tr. | v. intr.

    Cortar em pedaços ou em fatias (as carnes que se servem à mesa)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "trincharem-se-me" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.