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    Definições



    seca-nos

    A forma seca-nospode ser [feminino singular de secaseca], [feminino singular de secoseco], [masculino e feminino singular de secaseca], [segunda pessoa singular do imperativo de secarsecar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de secarsecar].

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    seca1seca1
    |é| |é|
    ( se·ca

    se·ca

    )


    nome feminino

    1. Acto de pôr a secar ou a enxugar. = SECAGEM

    2. Falta de chuva. = ESTIAGEM

    3. Dessecação de planta, por efeito de variações repentinas da atmosfera.

    4. [Popular] [Popular] Inverno longo e rigoroso.

    5. [Informal] [Informal] Coisa ou situação aborrecida, entediante. = ESTOPADA, IMPERTINÊNCIA, MAÇADA


    nome de dois géneros

    6. [Informal] [Informal] Pessoa maçadora, importuna.

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de secar.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: ceca.
    seca2seca2
    |ê| |ê|
    ( se·ca

    se·ca

    )


    nome feminino

    1. [Regionalismo] [Regionalismo] Bofetada ou pancada sonora.

    2. [Brasil] [Brasil] Tísica.

    etimologiaOrigem:feminino de seco.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: ceca.
    secoseco
    |ê| |ê|
    ( se·co

    se·co

    )


    adjectivoadjetivo

    1. Que não tem água ou humidade. = ENXUTOHÚMIDO, MOLHADO

    2. A que foi retirada a humidade.

    3. Sem vegetação. = ÁRIDO, DESÉRTICOFÉRTIL

    4. Que perdeu o viço. = MURCHO, RESSEQUIDO

    5. Que não tem muita gordura. = DESCARNADO, MAGRO

    6. Que é de poucas palavras; que não demonstra afecto. = ÁSPERO, DESCORTÊSAMÁVEL

    7. Que se não comove. = INSENSÍVEL, RUDE, SEVEROSENSÍVEL

    8. Que não tem ornamentos (ex.: notícia seca).

    9. [Informal] [Informal] Que está esgotado ou despejado.

    10. Que é áspero e curto, sem ressonância (ex.: ruído seco).

    11. Sem suavidade (falando-se de obras de arte).


    nome masculino

    12. Baixio de areia que a vazante deixa a descoberto.

    13. Lugar sem água.

    secos


    nome masculino plural

    14. [Brasil] [Brasil] Conjunto de géneros alimentares sólidos ou secos que se vendem geralmente em mercearias e outras lojas de retalho, por oposição aos molhados.


    secos e molhados

    Conjunto de géneros alimentares sólidos e líquidos que se vendem geralmente nas mercearias e em outras lojas de retalho.

    Tipo de comércio a retalho em que se vende esse conjunto de géneros alimentares.

    etimologiaOrigem:latim siccus, -a, -um, seco, magro, sadio, sóbrio, insensível.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: ceco.
    secarsecar
    ( se·car

    se·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:abundante.


    verbo transitivo

    1. Fazer evaporar a água ou a humidade de. = DESSECAR, ENXUGARMOLHAR

    2. Esgotar, estancar.

    3. [Marinha] [Marinha] Ferrar.

    4. [Marinha] [Marinha] Pôr (embarcação) em seco.


    verbo transitivo e intransitivo

    5. Tornar ou ficar murcho ou pouco viçoso. = DESSECAR, MURCHARVIÇAR

    6. Tirar ou perder a energia. = MURCHARVIÇAR

    7. Fazer parar ou parar.

    8. [Informal] [Informal] Deixar ou ficar aborrecido ou importunado. = ABORRECER, CHATEAR, ENTEDIARENTUSIASMAR


    verbo intransitivo e pronominal

    9. Perder a humidade; tornar-se seco. = DESSECAR

    10. Deixar de correr ou de lançar de si (ex.: a fonte secou).

    11. Esgotar-se; estancar-se.

    12. Evaporar-se.

    13. Sumir-se; mirrar-se.

    14. Endurecer em contacto com o ar (ex.: a tinta ainda não secou).


    verbo intransitivo

    15. [Informal] [Informal] Esperar até cansar.

    etimologiaOrigem:latim sicco, -are.

    Secção de palavras relacionadas

    ícone do dicionárioVer também resposta à dúvida: secado.

    Auxiliares de tradução

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    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Ouve-se em certos telejornais expressões como a cujo ou em cujo; contudo gostaria de saber se gramaticalmente a palavra cujo pode ser antecedida de preposição.