Significado de rojava-se-nos

    A forma rojava-se-nospode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de rojarrojar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de rojarrojar].

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    rojar1rojar1
    ( ro·jar

    ro·jar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Levar de rastos. = ARRASTAR

    2. Atirar para longe. = ARREMESSAR, ARROJAR

    3. Tocar levemente em. = ROÇAR

    verbo intransitivo e pronominal

    4. Andar de rastos. = ARRASTAR-SE, RASTEJAR

    etimologiaOrigem:alteração de arrojar.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: rogar.
    rojar2rojar2
    ( ro·jar

    ro·jar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    Fritar.

    etimologiaOrigem:talvez de rijar.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    arrojão | n. m.

    Empurrão violento ao que se leva de rojo....


    rojo | n. m. | adj.

    Ato ou efeito de rojar....


    rojador | adj. n. m.

    Que ou aquele que roja ou que se roja; que ou o que se arrasta....


    rasto | n. m.

    Sinal; vestígio; pegada....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "rojava-se-nos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?