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    trágico

    Que é trágico e cómico; meio triste, meio alegre....


    Usa-se a propósito de homens que tiveram um momento de glória e dos quais resta recordação apagada; é expressão de Lucano alusiva a Pompeu, que perdeu, sob a toga, as virtudes guerreiras (também em Séneca, o Trágico)....


    Que é trágico e cómico; meio triste, meio alegre....


    triste | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que aflige....


    drama | n. m.

    Situação ou acontecimento trágico, violento (ex.: o drama dos prisioneiros de guerra)....


    ironia | n. f.

    Expressão ou gesto que dá a entender, em determinado contexto, o contrário ou algo diferente do que significa....


    dramatismo | n. m.

    Carácter exageradamente dramático ou trágico....


    hamartia | n. f.

    Erro cometido pelo protagonista de uma tragédia, que origina a peripécia; erro trágico....


    sucesso | n. m.

    Aquilo que sucede, que acontece (ex.: não é possível esquecer os trágicos sucessos que marcaram esse ano)....


    trágica | n. f.

    Actriz exímia na tragédia....


    trágico | adj. | n. m.

    Que quer imitar o que é trágico e só consegue ser ridículo....


    Tragédia matizada de incidentes cómicos e cujo desfecho não é trágico....


    tragicidade | n. f.

    Qualidade do que é trágico (ex.: a tragicidade está muito presente na peça)....


    teatro | n. m.

    Lugar onde se passa algum acontecimento memorável, geralmente trágico (ex.: a cidade foi teatro de grandes batalhas durante a ocupação)....


    Expressão usada por Horácio para aconselhar aos autores trágicos que não pusessem na boca das suas personagens palavras demasiadamente compridas e pretensiosas....


    Relativo a Eurípides (cerca de 480 a.C.-406 a.C.), poeta trágico da Grécia antiga, ou à sua obra (ex.: peça euripidiana; teatro euripidiano)....


    trágico- | elem. de comp.

    Exprime a noção de tragédia (ex.: trágico-cómico)....



    Dúvidas linguísticas


    Sou formanda de um curso de qualificação profissional e no âmbito do mesmo tenho aulas de Português. Pelo menos duas vezes, fui confrontada com ensinamentos que não me parecem correctos.
    Primeira: a professora diz-nos que o advérbio de modo raramente é uma palavra esdrúxula. Recordo ainda a voz da minha professora da Escola Secundária, dizendo-nos que todos os advérbios de modo são palavras graves. Não importa de que adjectivo venham, ao transformarem-se em advérbios de modo a sílaba tónica passa a ser “men” (a penúltima) e, portanto, são palavras graves.
    Segunda: esta senhora pôs-nos hoje a completar frases com o presente do conjuntivo de alguns verbos. Uma das frases compreendia a primeira pessoa do plural do verbo conseguir que ela completou com "consígamos" (até o corrector ortográfico do computador discorda!). Esta eu já verifiquei no vosso site (perdoem-me os anglicismos) e efectivamente não vejo acento no i.


    Muitas vezes em poesia é usada a forma sincopada pra escrita como p'ra. No entanto o Acordo Ortográfico de 1945 indica que não se deve usar o apóstrofo neste caso. Existem excepções relativamente à poesia? Por outro lado, a forma correcta de, em poesia, abreviar para + a (numa frase como por exemplo horas de ir para a cama) é prà?