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    omitis

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    omisso | adj.

    Em que há omissão....


    omissivo | adj.

    Que resulta de omissão (ex.: crime omissivo)....


    Nome das edições dos clássicos latinos feitas para o delfim de França, filho de Luís XIV, nas quais foram omitidos passos equívocos; emprega-se ironicamente esta fórmula a propósito de publicações expurgadas ou cujo texto sofreu deturpações para um fim....


    omissão | n. f.

    Ato ou efeito de omitir ou de se omitir....


    tinteiro | n. m.

    Recipiente em que se deita a tinta de escrever....


    gajo | n. m. | adj. n. m.

    Qualquer pessoa cujo nome se desconhece ou se quer omitir....


    fulano | n. m.

    Designação vaga de pessoa incerta ou daquela cujo nome se ignora ou se quer omitir....


    escasso | adj.

    Não suficiente; débil; diminuto; raro; falto; somítico....


    camarada | n. 2 g. | n. f. | adj. 2 g.

    Pessoa que tem com outra ou outras uma relação de amizade ou camaradagem....


    elíptico | adj.

    Em que há elipse ou omissão de uma ou mais palavras (ex.: frase elíptica; sujeito elíptico)....


    posposto | adj.

    Que se pospôs; posto depois....


    abstrair | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Separar mentalmente uma parte de um todo para a considerar independente das outras partes....


    excluir | v. tr. | v. tr. e pron.

    Pôr fora; pôr de parte; não contar; não incluir....


    meter | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Pôr dentro....


    omitir | v. tr.

    Preterir; esquecer; postergar; olvidar....


    preterir | v. tr.

    Ir além de; deixar atrás (ex.: esta nova tecnologia pretere todas as anteriores)....




    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?