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    objetos

    Que deixa ver os objetos sem irisação....


    asseado | adj.

    Vistoso, garboso (falando-se do cavalo e às vezes também dos objetos)....


    Que torna aparentemente maiores os objetos....


    caudínamo | adj.

    Que se serve da cauda para pegar nos objetos....


    cravejado | adj.

    Adornado com (objetos cravados)....


    discreto | adj.

    Que exprime objetos distintos, mas semelhantes....


    ourada | adj. f.

    Diz-se da mulher ataviada com objetos de ouro (cordões, argolas, etc.)....


    Relativo à qualidade ou natureza dos objetos....


    unívoco | adj.

    Que designa vários objetos distintos, mas do mesmo género, com o mesmo sentido: Planeta é termo unívoco de Vénus e de Marte....


    Um pouco translúcido; que deixa passar a luz, mas através do qual não se veem os objetos com muita nitidez....


    esmerilado | adj.

    Que deixa passar a luz, mas através do qual não se veem os objetos com nitidez....


    báscula | n. f.

    Balança destinada a objetos pesados, geralmente com uma plataforma horizontal....


    batedouro | n. m.

    Lugar em que se sacodem ou se batem quaisquer objetos....


    batelão | n. m.

    Grande barca para transporte de artilharia ou quaisquer objetos pesados....


    caibro | n. m.

    Um par de quaisquer objetos....


    cambeira | n. f.

    A farinha mais fina que, evolando-se da mó, pousa nos objetos circunjacentes....


    conjunto | adj. | n. m.

    Coleção de objetos com uma característica ou função comum (ex.: conjunto de ferramentas)....


    defeso | adj. | n. m.

    Que é alvo de uma proibição (ex.: tempo defeso; terreno defeso; apreenderam objetos defesos)....


    diplopia | n. f.

    Duplicação patológica da imagem dos objetos na visão....



    Dúvidas linguísticas


    Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
    (1) Trar-se-ão a Portugal.
    ou
    (2) Trazer-se-ão a Portugal.
    Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?