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Que intenta ser agradável....
Que conduz (a um fim)....
Diz-se do demandante contra quem se intentou reconvenção....
Especulação industrial ou mercantil....
Salto com que o cavalo intenta sacudir o cavaleiro....
Fixo; fincado, imóvel....
Aquele que faz petição....
Aquilo que alguém planeia ou pretende fazer....
Ato da vontade pelo qual formamos um projeto....
Aquele que cria ou produz (apenas por faculdade própria)....
Sujeito a evicção....
Aquele que faz ou intenta evicção....
Intenção, desígnio, propósito....
Intento ou empresa insensata....
Aquilo que se tem em vista....
Ato ou efeito de reivindicar....
Ato ou efeito de demandar....
Que ou a pessoa que gosta de intentar demandas....
Sem incluir (na conta); salvo, afora....
Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.
1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?
2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.
Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?
vun·zar
verbo transitivo