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    explicita-me

    explicitar | v. tr.

    Tornar explícito ou claro (ex.: nunca explicitei a minha posição)....


    implicitar | v. tr.

    Tornar ou deixar implícito (ex.: este comentário implicita que ele se vai abster na votação)....


    espreitar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Olhar através de fenda ou abertura....


    dizer | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr. | v. pron. | n. m.

    Exprimir por meio de palavras, por escrito ou por sinais (ex.: dizer olá)....


    x | n. m. | adj. 2 g. | símb.

    Vigésima segunda letra do alfabeto da língua portuguesa (ou vigésima quarta, se incluídos o K, W e Y)....


    ponto | n. m. | n. 2 g.

    Porção de fio que fica entre duas pontadas de agulha ou em cada furo de sovela....


    dois-pontos | n. m. 2 núm.

    Sinal de pontuação (:) que antecede uma citação, uma enumeração ou uma explicitação....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se existe registo da palavra "esmandrigado" com o significado de mal arranjado, mal pronto, e como é a real grafia da palavra. Usei-a muito na minha infância na cidade do Porto e ainda a uso. Será uso indevido??


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?