Significado de insinuem-nos

    A forma insinuem-nospode ser [terceira pessoa plural do imperativo de insinuarinsinuar] ou [terceira pessoa plural do presente do conjuntivo de insinuarinsinuar].

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    insinuarinsinuar
    ( in·si·nu·ar

    in·si·nu·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Fazer entrar (alguma coisa) no espírito ou na mente de outrem ou penetrar pouco a pouco no ânimo de alguém (ex.: ele foi insinuando sub-repticiamente aquelas ideias; o medo insinuava-se lentamente). = INSTILAR, INTRODUZIR

    2. Introduzir ou introduzir-se lentamente ou de forma pouco percetível (ex.: foi detido porque alguém insinuou droga na sua bagagem; a mão do carteirista insinuou-se na mala da vítima).

    verbo transitivo e intransitivo

    3. Afirmar, advertir indiretamente ou por meias-palavras (ex.: as notícias insinuam que houve burla; não gosto de insinuar, vou ser direto). = SUGERIR

    verbo transitivo

    4. Induzir, aconselhar indiretamente.

    5. [Antigo] [Antigo] [Direito] [Direito] Registar em escritura pública.

    verbo pronominal

    6. Penetrar pouco a pouco na intimidade de outrem para fazer-se aceitar ou para captar a simpatia ou a benevolência (ex.: insinuou-se no grupo).

    7. Tornar-se permanente ou instalado (ex.: vai demorar até que a confiança se insinue). = INSTILAR-SE

    etimologiaOrigem:latim insinuo, -are.

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    iconeConfrontar: insimular.

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    Esta palavra no dicionário

    remoque | n. m.

    Dito picante que disfarçadamente encerra uma intenção repreensiva, ofensiva ou maliciosa....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

      Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
      Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

      Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
      Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.