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desmaiado

A forma desmaiadopode ser [masculino singular particípio passado de desmaiardesmaiar] ou [adjectivoadjetivo].

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desmaiadodesmaiado
( des·mai·a·do

des·mai·a·do

)


adjectivoadjetivo

1. Que não tem cor ou perdeu a cor. = DESBOTADO, PÁLIDO

2. Sem sentidos. = DESACORDADO, DESFALECIDO

3. Que tem pouca força ou intensidade. = FRACO

etimologiaOrigem etimológica: particípio de desmaiar.
desmaiar1desmaiar1
( des·mai·ar

des·mai·ar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo intransitivo

1. Perder a consciência durante um curto período de tempo; perder os sentidos. = DESFALECER, ESVAIR-SE

2. Perder a força ou o entusiasmo. = DESALENTAR-SE, DESANIMAR, ESMORECERREVIGORAR


verbo transitivo e pronominal

3. Tirar ou perder a cor, o brilho ou a intensidade. = DESBOTAR, DESCORAR, EMPALIDECER, ESMAECERAVIVAR

etimologiaOrigem etimológica: alteração de esmaiar, do francês antigo esmaïer, do latim vulgar *exmagare, perder a força, do germânico magan, ter força.
desmaiar2desmaiar2
( des·mai·ar

des·mai·ar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo intransitivo

[Portugal: Algarve] [Portugal: Algarve] Festejar o início do mês de Maio.

etimologiaOrigem etimológica: des- + maia + -ar.
desmaiadodesmaiado

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Anagramas



Dúvidas linguísticas



Tenho ouvido muito a conjugação do verbo precisar acompanhado da preposição de. Exemplo: Eu preciso DE fazer o trabalho para segunda. Eu acho que está errado, mas não sei explicar gramaticalmente. Esta conjugação é possível?
O verbo precisar, quando significa ‘ter necessidade de alguma coisa’, é transitivo indirecto e rege um complemento oblíquo introduzido pela preposição de. Este complemento pode ser um grupo nominal (ex.: eu preciso de mais trabalho) ou um verbo no infinitivo (ex.: eu preciso de trabalhar mais).

Há ocorrências, sobretudo no português do Brasil, da ausência da preposição de (ex.: eu preciso mais trabalho, eu preciso trabalhar mais), embora este uso como transitivo directo seja desaconselhado por alguns gramáticos. A ausência da preposição é, no entanto, considerada aceitável quando o complemento do verbo é uma oração completiva introduzida pela preposição que (ex.: eu preciso [de] que haja mais trabalho), mas esta omissão deve ser evitada em registos formais ou cuidados, pois o seu uso não é consensual.




A frase Oh mãe, venha cá depressa! está incorrecta?
Como poderá constatar no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a interjeição oh é usada para exprimir alegria, espanto, dor, repugnância ou para reforçar outro tipo de sentimento, pelo que, na frase que refere, o uso dessa interjeição não é adequado. Nestes casos, deverá ser usado o determinante apelativo ó, que antecede geralmente substantivos, pronomes pessoais ou possessivos e funciona com valor de vocativo, pois introduz interpelações ou chamamentos. Assim, a frase correcta será: Ó mãe, venha cá depressa!