Significado de arranque-se-mo

    A forma arranque-se-mopode ser [masculino singular de arranquearranque], [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de arrancararrancar], [terceira pessoa singular do imperativo de arrancararrancar] ou [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de arrancararrancar].

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    arrancararrancar
    ( ar·ran·car

    ar·ran·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Desapegar com esforço.

    2. Extrair.

    3. Obter pela força ou pela astúcia.

    4. Fazer sair.

    5. Tirar por força.

    6. Extirpar.

    7. Puxar arrebatadamente por.

    verbo intransitivo

    8. Partir com ímpeto e subitamente.

    9. Cair.

    10. Sair por si do seu lugar.

    etimologiaOrigem:etimologia duvidosa.

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    arranquearranque
    ( ar·ran·que

    ar·ran·que

    )

    nome masculino

    1. Ato de arrancar.

    2. Extração; arranco.

    3. [Arquitectura] [Arquitetura] [Arquitetura] Parte onde começa a curvatura de uma abóbada.

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    Auxiliares de tradução

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    Esta palavra no dicionário

    avulso | adj. | adv.

    Isolado, solto, desconexo, desirmanado....


    divelente | adj. 2 g.

    Que separa ou desliga; que arranca....


    evulsivo | adj.

    Que tende a arrancar, ou extrair, que facilita a evulsão....


    isento | adj.

    Desobrigado....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "arranque-se-mo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se também é correcto escrever ouro ou louro. Normalmente utilizo, tanto na escrita como na fala, o ditongo oi, ou seja, loiro ou oiro. Não sei se estou certa, mas penso que o ditongo [ow] corresponde a um sistema linguístico mais antigo, que hoje em dia já não é muito utilizado.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?