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    simulas-mos

    ficto | adj.

    Que se fingiu ou simulou....


    blefe | n. m.

    Jogo de cartas que pretende impressionar e iludir o adversário, levando-o à desistência....


    tanatose | n. f.

    Estratégia de alguns animais que consiste em simular a morte, geralmente para enganar um predador ou uma presa....


    finta | n. f.

    Movimento que se faz para enganar o adversário ou esquivar-se a ele, geralmente fingindo avançar por um lado, para seguir pelo outro....


    efeito | n. m.

    O que resulta de uma causa (ex.: efeitos colaterais)....


    aparte | n. m.

    O que um ator diz simulando falar consigo ou como se só fosse ouvido pelo público....


    tirocínio | n. m.

    Primeiro ensino ou primeira formação....


    vilosidade | n. f.

    Qualidade do que é viloso....


    Capacidade de certos animais para simular a morte, geralmente como defesa em relação aos predadores....


    fantástico | adj. | n. m.

    Que não tem realidade e só existe na imaginação (ex.: criaturas fantásticas; ser fantástico)....


    patomimia | n. f.

    Necessidade mórbida de simular uma doença ou um sintoma, que pode ir até à automutilação....


    realidade | n. f.

    Qualidade do que é real....


    fita | n. f.

    Ato de fingir (ex.: aquilo é fita)....


    patomimese | n. f.

    Necessidade mórbida de simular uma doença ou um sintoma, que pode ir até à automutilação....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
    Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


    Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.