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    satisfizesse

    consolado | adj.

    Que recebeu consolação....


    farto | adj.

    Plenamente satisfeito....


    feliz | adj. 2 g.

    Que tem ou revela felicidade, contentamento....


    flutuante | adj. 2 g.

    Que flutua; que se move sobre as águas....


    pago | adj.

    Que se pagou....


    cogente | adj. 2 g.

    Cuja veracidade satisfaz de maneira total e coerciva o entendimento ou o intelecto (ex.: argumento cogente)....


    Que satisfaz testes de aleatoriedade estatística, mas é resultado de um procedimento matemático definido (ex.: números pseudoaleatórios; sequências pseudoaleatórias)....


    belo | adj. | n. m. | interj.

    Em que há beleza....


    completo | adj. | n. m.

    A que não falta nada....


    medida | n. f.

    Quantidade fixa que serve para avaliar extensões ou quantidades mensuráveis....


    Qualidade ou condição de quantitativo (ex.: a experiência satisfaz os quesitos de quantitatividade, qualidade dos dados experimentais e robustez)....


    homotetia | n. f.

    Posição de duas figuras semelhantes, ou de duas séries de pontos que satisfazem a certas condições geométricas....


    manobrista | n. 2 g.

    Pessoa que conhece e pratica bem as manobras das embarcações....




    Dúvidas linguísticas


    A palara correta é calzone ou galzone?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?