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pranchar

ligni- | elem. de comp.

Exprime a noção de madeira (ex.: ligniforme)....


chaprão | n. m.

Pessoa malfeita de corpo, desgraciosa....


gabordo | n. m.

Prancha inferior no bordo exterior da embarcação....


galimo | n. m.

Superfície de prancha ou madeira que se galivar pelos troços....


resbordo | n. m.

Série de pranchas ou chapas que no costado do navio se colocam sobre as tábuas que formam o fundo do costado do navio e encaixam nos entalhes da quilha....


skate | n. m.

Desporto que consiste em executar figuras numa prancha munida de quatro ou duas rodas, conservando-se inteiramente de pé....


windsurf | n. m.

Desporto praticado na água que consiste em se deslocar sobre uma prancha com vela....


kitesurf | n. m.

Desporto aquático que consiste em se deslocar sobre uma prancha, com tracção do vento através de uma estrutura que se assemelha a um papagaio gigante ou a um parapente, a que o praticante está preso pela cintura....


escorrega | n. m.

Brinquedo constituído por uma prancha de superfície inclinada, para a qual se sobe através de umas escadas, por onde as crianças deslizam até chegarem ao solo....


escorrego | n. m.

Acto ou efeito de escorregar....


talhe-doce | n. m.

Processo de gravação em madeira ou metal, no qual se escava directamente o material com o buril; gravura de encavo....


talho-doce | n. m.

Processo de gravação em madeira ou metal, no qual se escava directamente o material com o buril; gravura de encavo....


dormente | adj. 2 g. | n. m.

Que dorme....


surf | n. m.

Desporto que consiste em manter-se em equilíbrio numa prancha conduzida por uma vaga de rebentação....


surfe | n. m.

Desporto que consiste em manter-se em equilíbrio numa prancha conduzida por uma vaga de rebentação....


bodyboard | n. m.

Desporto semelhante ao surf, mas menos veloz e praticado de bruços sobre a prancha....


cintado | adj. | n. m.

Que tem cinta....



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.
Na questão que nos coloca, o verbo dever comporta-se como um verbo modal, pois serve para exprimir necessidade ou obrigação, e como verbo semiauxiliar, pois corresponde apenas a alguns dos critérios de auxiliaridade geralmente atribuídos a verbos auxiliares puros como o ser ou o estar (sobre estes critérios, poderá consultar a Gramática da Língua Portuguesa, de Maria Helena Mira Mateus, Ana Maria Brito, Inês Duarte e Isabel Hub Faria, pp. 303-305). Neste contexto, o verbo dever pode ser utilizado com ou sem preposição antes do verbo principal (ex.: ele deve ser rico = ele deve de ser rico). Há ainda autores (como Francisco Fernandes, no Dicionário de Verbos e Regimes, p. 240, ou Evanildo Bechara, na sua Moderna Gramática Portuguesa, p. 232) que consideram existir uma ligeira diferença semântica entre as construções com e sem a preposição, exprimindo as primeiras uma maior precisão (ex.: deve haver muita gente na praia) e as segundas apenas uma probabilidade (ex.: deve de haver muita gente na praia). O uso actual não leva em conta esta distinção, dando preferência à estrutura que prescinde da preposição (dever + infinitivo).



Em "Ninguém te vai agradecer", qual a função sintáctica de te? Será complemento indirecto?
O pronome pessoal te pode desempenhar função de complemento directo (ex.: vi-te ontem) ou de complemento indirecto (ex.: dei-te um beijo). No caso em apreço, o pronome te desempenha a função de complemento indirecto, uma vez que corresponde à pronominalização de uma construção do verbo agradecer como transitivo indirecto, com a preposição a (agradecer-te = agradecer a ti), podendo ocorrer com um complemento directo (ex.: ninguém te vai agradecer o favor = ninguém to vai agradecer).
Para determinar a função sintáctica deste pronome, é útil substituir a segunda pessoa gramatical (tu > te) pela terceira (ele > o/lhe), pois neste caso o complemento directo e o complemento indirecto têm formas diferentes, o para o complemento directo, lhe para o complemento indirecto (ex.: ninguém vai agradecer o favor ao rapaz > ninguém lhe vai agradecer o favor / *ninguém o vai agradecer o favor; o asterisco indica agramaticalidade).

Para dúvidas deste teor, poderá consultar uma obra como o Dicionário Gramatical de Verbos Portugueses, dirigido por João Malaca CASTELEIRO (Lisboa: Texto Editores, 2007), que contém a explicitação das funções sintácticas de cada verbo.


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