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    martelastes-nos

    dúctil | adj. 2 g.

    Que pode ser estendido na fieira ou a martelo sem se quebrar....


    incuso | adj.

    Que está cunhado só de um lado (moeda, medalha, etc.)....


    maleiforme | adj. 2 g.

    Que tem forma ou aparência de martelo....


    batecum | n. m.

    Barulho de sapateados e palmas como nos batuques....


    baticum | n. m.

    Barulho de sapateados e palmas como nos batuques....


    mascoto | n. m.

    Grande martelo com que, nas fábricas de moeda, se reduzem a pó os fragmentos de metal....


    encravo | n. m.

    Ferimento produzido no cavalo ou no boi pelo cravo da ferradura, desviado pelo martelo do ferrador....


    Espécie de martelo para avaliar a ductilidade dos metais....


    marra | n. f.

    Sacho para mondar....


    rebatido | adj. | n. m.

    Calcado; apisoado; muito batido....


    bujarda | n. f.

    Martelo de cabeça quadrada, coberta de pontas, usado para alisar pedra....


    marteleiro | n. m.

    Pessoa que martela ou trabalha com o martelo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase "o cão rosnou "entre dentes", escreve-se "entre dentes" ou "entredentes" ou "entre-dentes"? No dicionário da Porto Editora encontrei "entredente" a referir-se a engrenagens dentadas. De resto parece-me que a opção correcta é "entre dentes".


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.