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    interviemos-mo

    molecular | adj. 2 g.

    Que tem moléculas....


    permeio | adv.

    Usado na locução adverbial de permeio....


    matemática | n. f.

    Ciência do cálculo. (Também usado no plural.)...


    xamanismo | n. m.

    Religião com práticas de magia, evocações e culto da natureza, presente em alguns povos da Ásia central e setentrional....


    trombócito | n. m.

    Elemento do sangue que intervém na sua coagulação (número normal 250 000 por mm3)....


    Ato ou efeito de articular ou de se articular....


    comandita | n. f.

    Sociedade comercial em que há um ou mais associados, de responsabilidade solidária, e um ou mais sócios capitalistas, que não intervêm na gerência e cuja responsabilidade não excede o capital subscrito....


    estatismo | n. m.

    Sistema político em que o Estado intervém diretamente no domínio económico....


    gastronomia | n. f.

    Conjunto de conhecimentos e práticas relacionados com a cozinha, com o arranjo das refeições, com a arte de saborear e apreciar as iguarias....


    ministra | n. f.

    Mulher que exerce o cargo de ministro....


    quite | adj. 2 g. | n. m.

    Livre de dívida; desobrigado....


    O facto de um Estado intervir nas contendas ou lutas de outro Estado....


    plaqueta | n. f.

    Livro de pequena espessura....


    painel | n. m.

    Conjunto de pessoas que, reunidas publicamente, discutem, deliberam e respondem a perguntas sobre determinados tópicos (ex.: o painel reunido integra nomes importantes da área)....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se existe registo da palavra "esmandrigado" com o significado de mal arranjado, mal pronto, e como é a real grafia da palavra. Usei-a muito na minha infância na cidade do Porto e ainda a uso. Será uso indevido??


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?