Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Pesquisa por "impostar" nas definições

fulminado | adj.
    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....

regressivo | adj.
    Que volta em sentido inverso....

plurifásico | adj.
    Que é relativo a ou tem várias fases (ex.: imposto plurifásico)....

distorcionário | adj.
    Que distorce ou causa distorção (ex.: efeito distorcionário)....

degredo | n. m.
    Pena de desterro, imposta judicialmente como castigo de um crime grave....

diktat | n. m.
    Exigência absoluta imposta pelo mais forte, sem outra justificação que a força....

gabela | n. f.
    Punhado de espigas cortadas....

fadário | n. m.
    Percurso de vida que se crê ser imposto por um poder superior à vontade humana....

mealharia | n. f.
    Imposto que a Câmara de Lisboa recebia por cada teiga que se trazia ao mercado....

montádigo | n. m.
    Imposto que se pagava por os gados pastarem nos montes de certos concelhos ou senhorios....

penitência | n. f.
    Qualquer acto de mortificação interior ou exterior....

penalidade | n. f.
    Qualidade de penal, do que é susceptível de uma pena....

punição | n. f.
    Acto ou efeito de punir....

quarteirão | n. m.
    Conjunto de vinte e cinco unidades (ex.: dois quarteirões de sardinhas)....

quarteiro | n. m. | adj.
    Quarta parte do moio....

Dúvidas linguísticas


A palavra secção nos novos dicionários de várias editoras sofre alteração e passa a ser seção depois de aplicado o Acordo Ortográfico e não tem as duas grafias. No vosso conversor, secção não é convertida para seção. De qualquer maneira não faz nenhum sentido retirar o c à palavra secção e confunde-se com a palavra sessão na expressão oral, só se conseguindo distinguir na escrita. Como é que se pode explicar isto? Este acordo ortográfico não faz sentido nenhum nem sequer consigo entender como ninguém faz mais nada.
Como previsto pelo texto do Acordo Ortográfico de 1990, as duplas grafias são aceites pelo corrector ortográfico em casos em que a chamada "norma culta" hesita entre a prolação e o emudecimento das consoantes c e p. A "norma culta", que o texto legal tantas vezes invoca como critério para aproximar a grafia da pronúncia, é difícil de aferir, pelo que, para as opções do corrector ortográfico, a Priberam levou em consideração a transcrição fonética ou as indicações de ortoépia registadas em dicionários e vocabulários.

A grafia da palavra secção não sofre alteração com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, uma vez que, na norma europeia do português, o -c- é pronunciado, como poderá verificar pela consulta de dicionários ou vocabulários com transcrição fonética ou ortoépica, nomeadamente no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Este caso é semelhante a outros em que a consoante é pronunciada (ex.: adaptar, facto, intelectual, pacto) e que, consequentemente, não sofrem alteração no português europeu com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990.

A pronúncia se[s]ão não corresponde a uma articulação usual no português europeu, mas sim no português do Brasil, onde a grafia seção é a mais usual e coexiste com a grafia secção, correspondendo cada grafia a uma pronúncia diferente.

Estas diferenças de pronúncia entre a norma europeia do português e a norma brasileira originam que, mesmo com a aplicação do Acordo Ortográfico, sejam privilegiadas grafias diferentes em cada uma das normas (ex.: académico, facto e receção, na norma europeia; acadêmico, fato e recepção, na norma brasileira).




Penso que não inventei. Creio que se ouve, de vez em quando: "ela, meio trós-trós..." (Pouco assisada, pouco sensata, disparatada...) Não existirá mesmo? Depois: como se escreverá: trós-trós ou troz-troz? Como se infere a regra?
As formas trós-trós e troz-troz que refere não foram encontradas nos dicionários de língua portuguesa consultados nem em pesquisas efectuadas em corpora. No entanto, a existirem, seriam ambas possíveis já que respeitam as regras ortográficas do português.

Com o mesmo significado do referido na sua questão e com grande semelhança fonética, é possível encontrar a forma totó, usada como adjectivo e substantivo uniforme (ex.: Eles são tão totós que nem perceberam o que aconteceu; Aquela totó perdeu o avião).

Palavra do dia

bra·gal bra·gal


(braga + -al)
nome masculino

1. [Antigo]   [Antigo]  Tecido grosseiro, cuja trama é de cordão.

2. [Antigo]   [Antigo]  Porção dessa fazenda (7 ou 8 varas), que servia de unidade de preço, em determinados contratos.

3. [Por extensão]   [Por extensão]  Conjunto da roupa branca de uma casa.

4. [Antigo]   [Antigo]  Conjunto de bragas e grilhões usado para impedir a fuga dos forçados ou condenados.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/Pesquisar/impostar [consultado em 02-12-2022]