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    espiguei-mos

    aristado | adj.

    Que tem arestas ou praganas....


    bagado | adj.

    Que tem muita baga....


    Que lavra por sua conta e risco....


    Cujas flores estão dispostas em espiga....


    arreigada | n. f. | n. f. pl.

    Espiga das unhas....


    aresta | n. f.

    Prolongamento fino e pontiagudo da inflorescência das gramíneas....


    caibro | n. m.

    Cada um dos paus grossos que ligam o frechal à cumeeira do telhado e sobre os quais assentam as ripas....


    debulha | n. f.

    Operação de separar o grão da espiga....


    penacheiro | n. m.

    Designação comum às plantas do género Callistemon, da família das mirtáceas, de origem australiana, de folhas lanceoladas e inflorescências em forma de espiga....


    salgueirinha | n. f.

    Planta da família das litráceas com flores vermelha ou rósea, dispostas em espiga, existentes em Portugal, nos lugares húmidos....


    cistanque | n. m.

    Género de plantas orobancáceas, com flores dispostas em espiga simples....


    soca | n. f.

    Designação vulgar do rizoma ou caule subterrâneo....


    xibolete | n. m.

    Sinal ou gesto combinado....


    Planta (Heracleum sphondylium) da família das apiáceas, com propriedades medicinais....


    carolim | n. m.

    Recetáculo comum a muitos flósculos de uma espiga....


    cascabulho | n. m.

    Casca das pevides, das castanhas, da bolota, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se existe registo da palavra "esmandrigado" com o significado de mal arranjado, mal pronto, e como é a real grafia da palavra. Usei-a muito na minha infância na cidade do Porto e ainda a uso. Será uso indevido??


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?