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comprometimento

A forma comprometimentopode ser [derivação masculino singular de comprometercomprometer] ou [nome masculino].

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comprometimentocomprometimento
( com·pro·me·ti·men·to

com·pro·me·ti·men·to

)


nome masculino

1. Acto de comprometer-se.

2. Responsabilidade de pessoa comprometida.

3. [Figurado] [Figurado] Vergonha.

4. Espiga.

5. Entalação.

etimologiaOrigem etimológica:comprometer + -imento.
comprometercomprometer
|ê| |ê|
( com·pro·me·ter

com·pro·me·ter

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Obrigar por compromisso.

2. Tornar responsável.

3. Empenhar.

4. Expor a perigo, quebra, dano, desaire ou vergonha.

5. Expor à maledicência.

6. Tornar suspeito.


verbo pronominal

7. Obrigar-se.

8. Responsabilizar-se.

9. Ficar malvisto.

etimologiaOrigem etimológica:latim compromitto, -ere.

Auxiliares de tradução

Traduzir "comprometimento" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber qual o antônimo de pensando.
É difícil encontrar uma palavra antónima para o verbo pensar (o mais fácil é a locução não pensar). No entanto, e apenas em alguns contextos, é possível utilizar o antónimo esquecer (por exemplo, pensou no pai) ou desconhecer (por exemplo, pensou na solução mais correcta).



Gostaria que me explicassem se a palavra secados (plural de secado) existe. Se a resposta for sim, porque não a encontro em nenhum dicionário?
O verbo secar tem duplo particípio passado: secado e seco. Nos verbos em que este fenómeno acontece, o particípio regular (ex.: secado) é geralmente usado com os auxiliares ter e haver para formar tempos compostos (ex.: a roupa já tinha secado; havia secado a loiça com um pano) e as formas do particípio irregular (ex.: seco, seca, secos, secas) são usadas maioritariamente com os auxiliares ser e estar para formar a voz passiva (ex.: a loiça foi seca com um pano; a roupa estava seca pelo vento) e assumem mais facilmente o papel adjectival (ex.: este bolo ficou demasiado seco). Por este motivo, é usual não haver flexão do particípio regular, pois este não é geralmente usado como adjectivo, não flexionando em género, número ou grau (ex.: *secada, *secados, *secadas; *muito secado; o asterisco indica agramaticalidade).

Estas considerações, tomadas da gramática tradicional, têm no entanto muitas excepções, o que evidencia a problemática da questão e a ausência de respostas peremptórias para certas questões linguísticas. A título de exemplo, podemos referir que há verbos cujo particípio abundante não é consensual (com resoluto e resolvido, por exemplo, não é claro se o primeiro é particípio irregular de resolver ou adjectivo cognato; relativamente ao verbo ganhar não é unânime a existência do particípio ganhado a par de ganho); há verbos cujo particípio regular, ao contrário de secado, também tem uso adjectival (ex.: confundido, empregado); há até indicações de alguns gramáticos para diferenças de utilização dos dois particípios baseadas em critérios semânticos e não sintácticos (por exemplo, Cunha e Cintra, na Nova Gramática do Português Contemporâneo [Lisboa: Ed. João Sá da Costa, 1998, p. 442], sugerem que o verbo imprimir só tem duplo particípio quando significa ‘estampar, gravar’, com o exemplo Este livro foi impresso em Portugal, e não quando significa ‘imprimir movimento’, com o exemplo Foi imprimida enorme velocidade ao carro).