Pesquisa nas Definições por:

    educa-ma

    descortês | adj. 2 g.

    Que não mostra cortesia ou delicadeza (ex.: atitude descortês; pessoa descortês)....


    Relativo à pedagogia (ex.: método pedagógico)....


    pio | adj.

    Inclinado à piedade....


    prendado | adj.

    Que recebeu prenda ou dádiva....


    Relativo aos fenómenos sociais na sua relação com a educação e o ensino....


    Relativo ao ecoturismo ou a turismo que respeita o meio ambiente e que estimula a educação ambiental (ex.: áreas de interesse ecoturístico; empreendimento ecoturístico)....


    -trofia | elem. de comp.

    Exprime a noção de crescimento ou desenvolvimento (ex.: hipertrofia)....


    classudo | adj.

    Que tem muita classe, educação ou distinção....


    educado | adj.

    Que recebeu educação; que se educou....


    De modo educado (ex.: discordar educadamente)....


    distinto | adj.

    Que não se pode confundir com outro....


    aluno | n. m.

    O que recebe de outrem educação ou instrução....


    calipedia | n. f.

    Preceitos para procriar filhos formosos....


    disciplina | n. f. | n. f. pl.

    Conjunto de leis ou ordens que regem certas coletividades....


    escolástico | adj. | n. m.

    Relativo a escolas ou à escolástica....




    Dúvidas linguísticas


    Como se fala: segue em anexo, segue o anexo ou segue anexo?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?