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    draga

    dragado | adj. | n. m.

    Que se dragou (ex.: volume dragado; material dragado)....


    draga | n. f. | n. f. pl.

    Máquina para limpar ou aprofundar o fundo dos rios, canais, portos ou áreas afins....


    dragagem | n. f.

    Operação de dragar....


    draga-minas | n. m. 2 núm.

    Barco destinado a apanhar ou a destruir minas submarinas....


    drago | n. m.

    Dragão....


    dragoeiro | n. m.

    Arbusto ou árvore (Dracaena draco) com folhas duras e lanceoladas, de cuja casca ressuma uma resina avermelhada, chamada de sangue-de-drago....


    dragar | v. tr.

    Limpar ou profundar o fundo das águas navegáveis por meios da draga....


    rocegar | v. tr.

    Procurar no fundo de rios, de lagos ou do mar, com a rocega ou cabo apropriado (ex.: rocegar âncoras)....


    dragável | adj. 2 g.

    Que se pode dragar....


    dragador | n. m. | adj.

    Trabalhador que draga ou manipula uma draga....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase que se segue, como devem ser conjugados os verbos jogar e vibrar? Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogar e vibrar com o jogo. E nesta outra frase, o verbo tivera foi empregado de maneira correta? Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?