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coleção

ex dono | loc.

Usa-se para indicar que certo objecto, numa colecção, foi oferecido por alguém....


baralho | n. m.

Colecção completa de cartas de jogar....


chancelaria | n. f.

Colecção de documentos ou diplomas oficiais....


conjunto | adj. | n. m.

Colecção de objectos com uma característica ou função comum (ex.: conjunto de ferramentas)....


dicionário | n. m.

Colecção organizada, geralmente de forma alfabética, de palavras ou outras unidades lexicais de uma língua ou de qualquer ramo do saber humano, seguidas da sua significação, da sua tradução ou de outras informações sobre as unidades lexicais....


discoteca | n. f.

Colecção de discos fonográficos ou CD....


exsicata | n. f.

Planta seca, preparada para colecção botânica ou herbário....


galeria | n. f.

Colecção de objectos de arte....


iconoteca | n. f.

Colecção de estampas sistematizadas....


mediateca | n. f.

Colecção de documentos sobre suportes diversos (filme, banda magnética, disco, diapositivo, etc.)....


monetário | adj. | n. m.

Colecção de moedas....


palhetaria | n. f.

Colecção dos registos de órgão cujos tubos produzem o som por meio de palhetas....


repertório | n. m.

Colecção das obras teatrais ou musicais de um autor, de um compositor, de uma escola, de um estilo....


repositório | adj. | n. m.

Colecção de artigos referentes a um assunto....


simpósio | n. m.

Colecção de opiniões sobre um assunto especialmente quando publicadas em volume; esse volume....



Dúvidas linguísticas



Peço auxílio para a composição de palavras com prefixos gregos e latinos. Quando são em justaposição e quando são em aglutinação? Minha dúvida neste momento é com a palavra intra + esclerótico.
A existência ou não de hífen depois de prefixos gregos e latinos é difícil de sistematizar em poucas linhas, pois isso difere consoante os prefixos (há até divergências ligeiras entre a norma europeia e a norma brasileira do português, por serem diferentes as obras de maior referência neste aspecto).

No caso de intra- (este caso aplica-se também aos prefixos contra-, extra-, infra-, supra- e ultra-), de acordo com a Base XXIX do Acordo Ortográfico de 1945, deve usar-se hífen antes de palavras iniciadas por vogal (ex.: intra-arterial, intra-ocular), h (ex.: intra-hepático), r (ex.: intra-raquidiano) ou s (ex.: intra-sinovial). Assim sendo, deve escrever-se intra-esclerótico segundo o Acordo Ortográfico de 1945, para o português de Portugal, ou o Formulário Ortográfico de 1943, para o português do Brasil.

Com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, e segundo a Base XVI, o prefixo intra- (assim como todos os prefixos ou elementos prefixais com o mesmo contexto ortográfico, isto é, terminados na letra a) deve aglutinar-se sempre com o elemento seguinte (ex.: intraocular), excepto se este começar por a (ex.: intra-arterial) ou h (ex.: intra-hepático). No caso de o elemento seguinte começar por r ou s, essas consoantes devem ser dobradas (ex.: intrarraquidiano, intrassinovial). Assim sendo, deve escrever-se intraesclerótico segundo o Acordo Ortográfico de 1990.




Os nomes próprios têm plural: ex. A Maria, as Marias?
Os nomes próprios de pessoa, ou antropónimos, também podem ser flexionados no plural, designando várias pessoas com o mesmo prenome (No ginásio há duas Marias e quatro Antónios) ou aspectos diferentes de uma mesma pessoa/personalidade (Não sei qual dos Joões prefiro: o João aventureiro que começou a empresa do zero, e que vestia calças de ganga, ou o João empresário de sucesso, que só veste roupa de marca).
Os nomes próprios usados como sobrenome podem igualmente ser flexionados no plural. Neste caso, convergem duas práticas: a mais antiga, atestada no romance Os Maias de Eça de Queirós, pluraliza artigo e nome próprio (A casa dos Silvas foi vendida) e a mais actual pluraliza apenas o artigo (Convidei os Silva para jantar).


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