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    calejava-se-lhos

    calejo | n. m.

    Rua muito estreita....


    chiba | n. f.

    Cabra nova....


    caleja | n. f.

    Endurecimento da pele em determinado local, geralmente sujeito a atrito....


    canelho | n. m.

    Rua muito estreita....


    calejão | n. m.

    Rua ou passagem estreita e comprida....


    canelha | n. f.

    Rua muito estreita....


    caloso | adj.

    Que tem calos....


    calejar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Tornar caloso....


    encruar | v. tr., intr. e pron.

    Enrijar (o que está cozendo)....


    cauterizar | v. tr.

    Aplicar cautério, botão de fogo, ferro em brasa, etc., a....


    endurecer | v. tr., intr. e pron. | v. pron.

    Tornar duro....


    quelha | n. f.

    Calha ou sulco para escoar ou conduzir água ou outros líquidos....


    caleja | n. f.

    Rua muito estreita....


    viela | n. f.

    Rua estreita (ex.: perderam-se do grupo numa das inúmeras vielas da cidade)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a forma certa de escrever a palavra abaixo dentro da norma culta da língua portuguesa? Hidrossanitária ou hidro-sanitária?


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.