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    boleamento

    boleeiro | n. m.

    Cocheiro que monta a besta de sela nas seges de boleia....


    boleio | n. m.

    Ato de bolear....


    joga | n. f.

    Pedra redonda e lisa, boleada pelas correntes dos rios....


    caroneiro | n. m.

    Pessoa que viaja à boleia....


    caronista | n. 2 g.

    Pessoa que viaja à boleia....


    carona | n. f. | n. 2 g.

    Cabeça de pião....


    bolar | v. tr. | v. intr.

    Acertar (no alvo) com a bola....


    bolear | v. tr. | v. tr. e pron.

    Dar forma de bola a....


    bolear | v. tr.

    Conduzir um veículo a partir da boleia....


    arredondar | v. tr. | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e intr.

    Tornar redondo....


    boleia | n. f.

    Pau fixo na ponta da lança para sujeitar os tirantes do tiro dianteiro....


    boleável | adj. 2 g.

    Que se pode bolear....


    auto-stop | n. m.

    Prática que consiste em fazer parar um automobilista na estrada para lhe pedir lugar gratuitamente na sua viatura....


    boleado | adj.

    Que tem superfície arredondada ou torneada....


    almogama | n. f.

    Última caverna da nau, onde os paus são mais juntos por causa do boleamento da proa....


    bigu | n. m.

    Viagem clandestina ou gratuita numa viatura (ex.: pegar bigu)....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?