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    VIVEMOS-MOS

    agaiatado | adj.

    Que tem ares de gaiato ou garoto....


    aéreo | adj.

    Do ar; atmosférico....


    amigado | adj.

    Que se amigou; que vive em mancebia....


    aquático | adj.

    Pertencente ou relativo à água....


    Designativo do animal acostumado a um lugar ou a viver com outros animais. (Também se aplicava às pessoas.)...


    arraiano | adj.

    Que é relativo à raia ou à fronteira....


    azougado | adj.

    Que não pode estar quieto....


    arborícola | adj. 2 g.

    Que vive nas árvores (ex.: primatas arborícolas)....


    caulícola | adj. 2 g.

    Diz-se da planta que vive como parasita no caule das outras plantas....


    Relativo a charneca; que vive em charneca....


    conquícola | adj. 2 g.

    Que vive em concha bivalve....


    corticícola | adj. 2 g.

    Que vive na casca das árvores....


    desenvolto | adj.

    Desembaraçado; ágil; vivo....


    duraz | adj. 2 g.

    De polpa dura....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
    Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
    Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.