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    VALITAS

    ribeira | n. f.

    Rio de pouco caudal e de pequeno curso....


    valeira | n. f.

    Pequena, vala; valeiro....


    valeta | n. f.

    Pequena vala para escoamento de águas, ao lado das ruas, estradas, etc....


    valada | n. f.

    Grande vala....


    valado | adj. | n. m.

    Cercado de valas ou de sebes....


    augueiro | n. m.

    Vala por onde corre a água de rega....


    alberca | n. m.

    Vala para encanar a água ou para sangrar a terra....


    cava | n. f.

    Ato ou efeito de cavar....


    Sulco ou vala especial em que se semeiam ou cultivam os espargos....


    guarda-mato | n. m.

    Pele com que os pastores resguardam a parte anterior e os lados das pernas....


    rego | n. m.

    Sulco que o ferro do arado ou da enxada traça no solo....


    minhoteira | n. f. | adj. f. n. f.

    Pontão para atravessar uma vala, um fosso, etc....


    avaladar | v. tr.

    Cercar de valas ou valados....


    engambitar | v. tr.

    Abarcar (com as pernas); transpor a pé (fosso, vala); atravessar....


    envalar | v. tr.

    Cercar de valas ou fossos....



    Dúvidas linguísticas


    É correto falar Os Estados Unidos ou O Estados Unidos, já que se refere a um país?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?