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    Pesquisa nas Definições por:

    Substantivaria

    el | art. def.

    Usado apenas no nome composto el-rei, o rei....


    mor | adj.

    Maior (ex.: é assunto da mor importância)....


    massivo | adj.

    Diz-se do nome que representa algo que normalmente não se pode contar ou cujas partes não se podem, em geral, enumerar (ex.: arroz ou tabaco são nomes massivos)....


    abacá | n. m.

    Planta (Musa textilis), da família das musáceas, cujo tronco fornece fibras têxteis....


    abacaxi | n. m.

    Planta bromeliácea (Ananas comosus) originária da América Tropical, muito cultivada nas regiões quentes pelos seus grandes frutos de polpa açucarada e saborosa....


    abacista | n. 2 g.

    Pessoa que calcula por meio do ábaco....


    abactor | n. m.

    Ladrão de gado....


    abada | n. f.

    Cavidade improvisada em aba, avental ou saia para receber algo no regaço....


    abada | n. f.

    O mesmo que rinoceronte....


    abadágio | n. m.

    Rendimentos de uma abadia....


    abade | n. m.

    Chefe de uma abadia....


    abaderna | n. f.

    Cada um dos arrebéns onde se fixam os colhedores das velas....


    abadessa | n. f.

    Superiora de certas comunidades religiosas de mulheres....


    abadia | n. f.

    Mosteiro dirigido por abade ou abadessa....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.