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    Pesquisa nas Definições por:

    SERREM-LHAS

    arpado | adj.

    Que tem dentes como os da serra....


    serradiço | adj.

    Diz-se da madeira serrada e aparada....


    cairo | n. m.

    Filamento do entrecasco do coco....


    falhão | n. m.

    Cada uma das poucas tábuas grossas em que se pode serrar um tronco de madeira; pranchão....


    falheiro | n. m.

    Primeira tábua que se separa de um toro ou tronco quando este se serra longitudinalmente em várias tábuas, e que é sempre falha na face externa....


    laboreira | n. f.

    Planta da serra de Sintra....


    osteótomo | n. m.

    Instrumento para serrar ossos....


    traçador | n. m.

    Serra grande, destinada a ser segurada por duas pessoas....


    leone | n. m.

    Unidade monetária da Serra Leoa (código: SLL)....


    carripana | n. f.

    Veículo velho ou de má qualidade (ex.: a carripana ia subindo a serra com esforço)....


    fita | n. f.

    Tecido estreito de um material flexível (ex.: fita de seda)....


    rezuela | n. f.

    Planta da serra de Sintra....


    testico | n. m.

    Cada uma das duas partes laterais da serra de mão, onde se encaixa o alfeizar e se prende a lâmina dentada e o cairo....


    testo | n. m. | n. m. pl.

    Tampa com que se cobre panela ou cântaro....


    tina | n. f.

    Vasilha de aduela ou de metal em forma de pipa serrada pelo meio....


    urzibelha | n. f.

    Espécie de arbusto, que nasce nos soutos e nas serras....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?