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    SERPEIO-LHOS

    coleado | adj.

    Sinuoso; que serpeia....


    busca-pé | n. m.

    Peça de fogo-de-artifício que gira e serpeia pelo chão....


    colear | v. intr. e pron. | v. pron. | V. tr.

    Mover o colo a um e outro lado....


    colubrear | v. intr.

    Mover-se como a serpente....


    colubrejar | v. intr.

    Mover-se como a serpente....


    meandrar | v. intr.

    Formar meandros....


    ondear | v. intr. e pron. | v. intr. | v. tr. e intr. | v. tr. e pron.

    Formar ondas ou ondulações....


    serpear | v. intr.

    Andar de rastos, como a serpente....


    serpentear | v. intr.

    Arrastar-se como a serpente....


    torcer | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Fazer girar um corpo pelas suas extremidades, cada uma em sentido contrário....


    sesgo | adj. | n. m.

    Que não é perpendicular; que é direito, mas não é vertical nem horizontal....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?