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    rolhas

    Que está perfurado duas vezes; que tem dois furos ou perfurações (ex.: rolha biperfurada)....


    saca-rolhas | n. m. 2 núm.

    Instrumento com que se extraem as rolhas das garrafas....


    cápsula | n. f.

    Pequeno recipiente....


    estaquilha | n. f.

    Torno de madeira em que os rolheiros preparam os quartos de cortiça, de que fazem as rolhas....


    rolhista | n. 2 g.

    Pessoa que fabrica rolhas ou que trabalha em cortiça....


    tafulho | n. m.

    Coisa que se introduz numa abertura para a tapar....


    rolho | n. m. | adj.

    Peça para tapar a boca ou o gargalo de certos recipientes....


    rolhadora | n. f.

    Máquina para rolhar garrafas (ex.: rolhadora automática)....


    formilha | n. f.

    Peça de ferro sobre a qual os rolheiros assentam a faca com que fazem as rolhas....


    tapulho | n. m.

    Aquilo com que se tapa....


    saca-rolha | n. m.

    Instrumento com que se extraem as rolhas das garrafas....


    corcha | n. f.

    Casca do sobreiro, do sobro e da azinheira....


    rolhão | n. m.

    Recipiente destinado ao depósito ou à recolha de rolhas ou outros objetos de cortiça, para posterior reciclagem....


    quadrador | adj. n. m.

    Diz-se do operário corticeiro que reduz a cortiça a pedaços para deles se fazerem as rolhas....


    rolha | n. f.

    Peça geralmente cilíndrica de cortiça, vidro, borracha ou plástico para tapar a boca ou o gargalo de certos recipientes....


    torno | n. m.

    Aparelho para lavrar madeira, metais ou marfim....


    desrolhado | adj.

    Que se desrolhou ou que não tem rolha....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho dúvidas quanto ao significado do termo "desalargar" dado pelo dicionário. Não sou nenhum especialista na língua portuguesa, mas penso que desalargar não significa "alargar, tornar mais largo". Para mim, faz mais sentido o oposto, até porque o prefixo deste verbo ("des-"), tanto quanto sei, nega o verbo alargar; ou estou enganado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?