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    Pesquisa nas Definições por:

    RISCÁSSEMOS-TO

    arriscado | adj.

    Perigoso; que oferece risco....


    Que lavra por sua conta e risco....


    precípite | adj. 2 g.

    Que está em risco de precipitar-se....


    raiado | adj.

    Que tem raias ou riscas....


    rajado | adj.

    Que tem raias ou riscas....


    salvante | adj. 2 g. | prep.

    Que salva, que tira de um risco ou perigo....


    salvo | adj. | prep.

    Livre de perigo, de risco, de doença, de incómodo, etc....


    antiderrapante | adj. 2 g.

    Que impede a derrapagem ou diminui o risco de escorregar (ex.: piso antiderrapante; meias antiderrapantes)....


    Relativo à formação de ateromas nas paredes internas das artérias (ex.: risco aterogenético)....


    Relativo a trombose ou a trombo (ex.: AVC trombótico; risco trombótico)....


    Relativo a tromboembolia ou que envolve tromboembolia (ex.: risco tromboembólico)....


    antideslizante | adj. 2 g.

    Que impede o deslizamento ou diminui o risco de escorregar (ex.: pavimento antideslizante)....


    bandó | n. m.

    Cada uma das duas porções de cabelo que, na cabeça, se apartam por meio de risca e se enrolam ou assentam sobre os temporais (ex.: tinha o cabelo dividido em dois bandós)....


    calhadouro | n. m.

    Risca desde a qual se atira o malhão, no jogo da bola....


    debuxo | n. m.

    Representação gráfica de um objeto pelos seus contornos ou linhas gerais....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?