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    Pesquisa nas Definições por:

    RETRATARMOS-VOS

    Que envolve reparação, indemnização ou retratação....


    retratado | adj.

    Tratado de novo, tornado a tratar....


    retratuar | adj. 2 g.

    Referente a retrato....


    retratado | adj.

    Que se retratou, se desdisse; desmentido....


    basilisco | n. m.

    Lagarto ou serpente fantásticos, geralmente retratados com uma coroa na cabeça, cujo olhar era mortífero....


    moldura | n. f.

    Caixilho ou guarnição para painel, retrato, etc....


    palinodista | n. 2 g.

    Pessoa que faz uma palinódia....


    Aparelho fotográfico primitivo, inventado por Daguerre....


    efígie | n. f.

    Representação (em vulto) de uma pessoa ou coisa personificada ou simbolizada....


    autorretrato | n. m.

    Retrato desenhado ou pintado pela própria pessoa....


    retratista | n. 2 g.

    Pessoa que pinta retratos....


    Qualidade do que é irretratável, do que não pode ser retratado....


    volte-face | n. f.

    Ato de se desdizer ou de se retratar alguém....


    vira-face | n. f.

    Ato de se desdizer ou de se retratar alguém....


    porta-retratos | n. m. 2 núm.

    Moldura na qual se colocam fotografias....


    satisfação | n. f. | n. f. pl.

    Ato ou efeito de satisfazer....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?