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    Pesquisa nas Definições por:

    REMONTAMOS-MAS

    remonta | n. f.

    Compra de gado cavalar ou muar para o exército....


    remonte | n. m.

    Ato de remontar....


    candombe | n. m.

    Dança muito ritmada, com canto e atabaques, típica da América do Sul, em particular do Uruguai, cuja origem remonta às danças dos escravos africanos. [Em 2009, a UNESCO considerou o candombe património cultural e imaterial da humanidade.]...


    remontada | n. f.

    Recuperação de um estado ou resultado desfavorável, em geral em relação a um evento desportivo....


    prisco | adj. | n. m.

    Antigo; velho (ex.: a fundação da associação remonta a priscos tempos; priscas eras)....


    encabeçar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Pôr (a um escrito) as fórmulas do princípio....


    remontar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Fazer subir a lugar elevado....


    transportar | v. tr. | v. pron.

    Levar de um lugar para outro....


    harpa | n. f.

    Instrumento de música, triangular, cujas cordas desiguais se dedilham com as duas mãos e cuja origem remonta à Antiguidade....


    montaria | n. f.

    Provisão ou reforço de cavalos para o exército....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.