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    Pesquisa nas Definições por:

    RECITASTES-MOS

    completas | n. f. pl.

    Última parte das horas canónicas que os sacerdotes recitam depois da refeição do anoitecer....


    completório | n. m.

    Última parte das horas canónicas que os sacerdotes recitam depois da refeição do anoitecer....


    salmodia | n. f.

    Modo de cantar ou recitar os salmos....


    divérbio | n. m.

    Diálogo recitado das comédias latinas, por oposição à parte cantada da peça....


    acroase | n. f.

    Impossibilidade de compreensão sem explicações....


    hosana | n. m. | interj.

    Oração que os judeus recitam no quarto dia da festa dos Tabernáculos....


    Ato ou efeito de pronunciar, de emitir vozes....


    aleluia | n. f. | interj.

    Cântico de alegria, geralmente associado à Páscoa....


    récita | n. f.

    Representação teatral....


    recitação | n. f.

    Ato ou efeito de recitar; declamação....


    recitante | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que recita....


    diseur | n. m.

    Pessoa que recita ou declama poesia....


    recitador | adj. n. m.

    Que ou aquele que recita....


    melopeia | n. f.

    Música que acompanha uma recitação....


    acompanhar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Fazer companhia a....


    aleluiar | v. intr. | v. tr.

    Cantar aleluias....


    citar | v. tr.

    Chamar solenemente para comparecer em juízo ou perante a autoridade em determinada ocasião....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?