Pesquisa nas Definições por:

    rapasse-nos

    rasourado | adj.

    Que não tem cogulo ou em que se passou a rasoura....


    rapado | adj.

    Que se rapou....


    rapa | n. f.

    Jogo que consiste em fazer girar uma pitorra que tem quatro faces, em cada uma das quais há a inicial de uma das quatro palavras rapa, tira, deixa e põe....


    rapadela | n. f.

    Ação ou efeito de rapar....


    rapagem | n. f.

    Ato ou efeito de rapar (ex.: rapagem dos pelos antes da cirurgia)....


    rapapé | n. m.

    Mesura, cortesia que se faz arrastando o pé para trás....


    rapeira | n. f.

    Sensação na pele que provoca grande vontade de coçar....


    rapilho | n. m.

    Conjunto de algas e outras plantas marinhas recolhido das rochas e usado como adubo....


    rapa-tudo | n. m. 2 núm.

    Espátula flexível usada para rapar restos de massa crua de bolos ou outros preparados líquidos ou pastosos....


    salazar | n. m.

    Espátula flexível usada para rapar restos de massa crua de bolos ou outros preparados líquidos ou pastosos....


    rapação | n. f.

    Ato ou efeito de rapar....


    pirinola | n. f.

    Jogo que consiste em fazer girar uma pitorra que tem quatro faces, em cada uma das quais há a inicial de uma das quatro palavras rapa, tira, deixa e põe....


    rapelho | n. m.

    Designação dada a vários insetos ortópteros do género Forficula, em especial à espécie Forficula auricularia, cujo abdómen termina em dois ganchos em forma de tenaz....


    rapadouro | n. m.

    Lugar sem pastagem para o gado....


    pilha | n. f. | n. m.

    Monte de coisas dispostas umas sobre as outras....



    Dúvidas linguísticas


    Por gentileza, gostaria de pedir a retirada dos comentários sobre o sexo forte e o fraco que consta na definição da palavra sexo. Justifico o meu pedido dizendo que as frases parecem machistas, depreciativa no caso feminino, e é um equívoco dizer que o sexo feminino é fraco ou frágil.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?