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    Pesquisa nas Definições por:

    PRANCHADOS

    ligni- | elem. de comp.

    Exprime a noção de madeira (ex.: ligniforme)....


    chaprão | n. m.

    Pessoa malfeita de corpo, desgraciosa....


    gabordo | n. m.

    Prancha inferior no bordo exterior da embarcação....


    galimo | n. m.

    Superfície de prancha ou madeira que se galivar pelos troços....


    skate | n. m.

    Desporto que consiste em executar figuras numa prancha munida de quatro ou duas rodas, conservando-se inteiramente de pé....


    escorrega | n. m.

    Brinquedo constituído por uma prancha de superfície inclinada, para a qual se sobe através de umas escadas, por onde as crianças deslizam até chegarem ao solo....


    escorrego | n. m.

    Ato ou efeito de escorregar....


    talhe-doce | n. m.

    Processo de gravação em madeira ou metal, no qual se escava diretamente o material com o buril; gravura de encavo....


    talho-doce | n. m.

    Processo de gravação em madeira ou metal, no qual se escava diretamente o material com o buril; gravura de encavo....


    cintado | adj. | n. m.

    Que tem cinta....


    coxia | n. f.

    Espaço estreito de passagem entre fileiras de camas, de bancos, etc....


    vibordo | n. m.

    Prancha grossa que serve de parapeito a um navio....


    esparavel | n. m.

    Rede que se arremessa de lanço....


    fundagem | n. f.

    Líquido do fundo da vasilha....


    pinguela | n. f.

    Peça de armadilha para pássaros....


    plancha | n. f.

    O mesmo que prancha....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?