Pesquisa nas Definições por:

    poupaste

    impróvido | adj.

    Que não mostra providência ou prudência....


    manirroto | adj.

    Que dá ou gasta tudo quanto tem....


    cinto | n. m.

    Acessório que consiste numa fita ou correia, com fivela ou outro tipo de fecho, que aperta a cintura....


    governado | adj. | n. m.

    Económico, poupado....


    parcimónia | n. f.

    Ato de poupar, de economizar, de despender moderadamente....


    popa | n. m.

    Sacerdote inferior entre os romanos....


    popa | n. f.

    Parte posterior do navio, que se opõe à proa....


    aforro | n. m.

    Ato de aforrar ou de poupar....


    cerro | n. m.

    Colina pouco elevada....


    poupança | n. f.

    Ato ou efeito de poupar....


    poupa | n. f.

    Ato ou efeito de poupar....


    desregrado | adj. n. m.

    Que ou o que não tem regras; que ou o que se desregrou....


    governadeira | adj. f. n. f.

    Diz-se de ou mulher poupada e que governa bem a casa....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra stress pode ser utilizada em português?


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?